Filha de Donald Trump terá sido alvo de tentativa de assassinato
A filha de Donald Trump, Ivanka Trump, terá sido alvo de uma tentativa de assassinato por parte de um terrorista treinado pela Guarda Revolucionária Islâmica do Irão. O objetivo era vingar a morte do general Soleimani.
Mohammad Baqer Saad Dawood Al-Saadi, de 32 anos, um cidadão iraquiano, prometeu que iria matar Ivanka Trump, de acordo com fontes citadas pelo New York Post.
O suspeito, que tinha, inclusive, a planta da casa de Ivanka na Florida, tinha como objetivo vingar a morte do seu mentor, o general Qasem Soleimani – que morreu durante após um ataque com drones ordenado pelo Estados Unidos em Bagdad, há seis anos.
“Depois de Qasem ter sido morto, ele dizia às pessoas: ‘Precisamos de matar a Ivanka para incendiar a casa de Donald Trump da mesma forma que incendiou a nossa'”, revelou Entifadh Qanbar, ex-militar adjunto da embaixada iraquiana em Washington.
E acrescentou: “Ouvimos dizer que tinha um plano para a casa de Ivanka, na Florida.”
O mesmo meio adianta ainda que o iraquiano fez também várias ameaças nas redes sociais dirigidas à família Trump.
Al-Saadi é considerado uma figura do alto escalão dos círculos terroristas do Iraque e do Irão, tendo sido detido na Turquia no dia 15 de maio e, posteriormente, extraditado para os Estados Unidos, onde é acusado de 18 ataques e tentativas de ataques na Europa e nos EUA, de acordo com o Departamento de Justiça norte-americano (DOJ, sigla em inglês).
O departamento indicou ainda que o iraquiano é suspeito de ataques contra alvos americanos e judeus, incluindo o atentado ao Bank of New York Mellon, em Amsterdão, em março; o esfaqueamento de duas vítimas judias em Londres, em abril, e um tiroteio contra o prédio do Consulado americano em Toronto, no Canadá, também em março.
Os crimes, no entanto, não se ficam por aqui. Al-Saadi também terá “planeado e coordenado” e alegadamente assumiu a culpa por ataques contra a comunidade judaica, incluindo um atentado contra a sinagoga em Liège, na Bélgica; um incêndio num templo em Roterdão, em março, assim como outros ataques que ocorreram nos Estados Unidos como resposta ao atual conflito no Médio Oriente.
De notar que a filha do presidente dos Estados Unidos, Ivanka Trump, converteu-se ao judaísmo ortodoxo, em 2019, antes de se casar com Jared Kushner.
Ao que tudo indica, Al-Saadi manterá contacto próximo com o substituto do general Soleimani, o brigadeiro-general Esmail Qaani, que terá continuado a oferecer-lhe recursos para as suas redes terroristas.
O iraquiano, que terá ainda ligações com o grupo Hezbollah, está detido no Centro de Detenção Metropolitano de Brooklyn, onde estão, por exemplo, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e Luigi Mangione, acusado de matar o CEO da UnitedHealthcare.
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