Vendas da Sonae sobem 7,1% no primeiro trimestre para 2,7 mil milhões

Vendas da Sonae sobem 7,1% no primeiro trimestre para 2,7 mil milhões

Vendas da Sonae sobem 7,1% no primeiro trimestre para 2,7 mil milhões

O volume de negócios consolidado da Sonae ascendeu a 2,7 mil milhões de euros no primeiro trimestre, o que representa um aumento de 7,1% em termos homólogos, revelou esta quarta-feira o grupo liderado por Cláudia Azevedo.Para aquele resultado contribuiu “o crescimento orgânico e a expansão do parque de lojas”, destaca o grupo (proprietário do PÚBLICO), em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).No período em análise, o EBITDA (resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização) subjacente melhorou 17%, para 255 milhões de euros, “beneficiando do contributo positivo de todos os negócios de retalho”, com destaque para o maior negócio do grupo, a MC (mais 27 milhões de euros), da Worten (mais seis milhões de euros) e a Musti (mais dois milhões de euros). A margem EBITDA subjacente melhorou de 8,5% para 9,3%, “impulsionada pelo aumento das vendas e ganhos adicionais de eficiência operacional”, e o EBITDA cresceu 34 milhões de euros, de 250 milhões para 284 milhões de euros, com a margem a melhorar de 9,8% para 10,4%.O resultado líquido subiu 11%, para 47 milhões de euros, explicado pelo crescimento dos negócios nacionais e internacionais e por ganhos de eficiência e solidez financeira.“A Sonae iniciou 2026 com mais um forte trimestre, apresentando resultados sólidos e reforçando a resiliência e a qualidade das suas empresas”, refere Cláudia Azevedo, citada no comunicadoAinda de acordo com a mensagem da presidente executiva (CEO) do grupo, “no retalho alimentar, a MC manteve uma dinâmica operacional muito sólida, sustentada por uma forte proximidade dos seus clientes, um posicionamento competitivo e crescimento sustentado de volumes”. E “o segmento de Saúde e Beleza continuou também a apresentar um forte desempenho, beneficiando do contributo positivo da Wells e da Druni, que reflecte tanto o sólido crescimento de vendas no parque de lojas comparável como a abertura de novas lojas”.O volume de negócios daqueles dois negócios atingiu 2,1 mil milhões de euros, um crescimento de 8,7% em termos homólogos, e o EBITDA subjacente 214 milhões de euros. Isolando o negócio de retalho alimentar da MC, o volume de negócios aumentou 8% em termos homólogos, para 1,7 mil milhões de euros.Relativamente aos negócios da Worten, a gestora destaca uma melhoria “substancial” da sua rentabilidade operacional – o volume de negócios aumentou 8,9% em termos homólogos, para 352 milhões de euros –, e um um desempenho igualmente positivo noutros negócios, nomeadamente em relação à Musti, nos produtos e serviços para animais (mais 16% nas vendas), à Sonae Sierra, nos centros comercias, e à Nos, nas comunicações.O valor líquido dos activos (NAV, do inglês Net Asset Value) reportado, com base em referências de mercado, aumentou para 5,5 mil milhões de euros, mais 20% em termos homólogos e mais 9% face ao trimestre anterior.“Continuámos a avançar nas nossas prioridades estratégicas e a promover uma maior colaboração entre empresas. Destaca-se, em particular nos últimos meses, a aceleração do investimento nas nossas competências e aplicações de inteligência artificial [IA], que permitiram já gerar ganhos reais de eficiência e melhorar a experiência do cliente em vários negócios”, refere ainda Cláudia Azevedo.

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