É hora de ler (ou reler) dois clássicos: <em>Lazarillo de Tormes</em> e <em>Robinson Crusoe</em>
O que têm em comum um jovem mendigo, escravo de tenebrosos amos em cidades seiscentistas, e um pobre náufrago esfarrapado numa ilha desconhecida, em pleno século XVII, quando os mares eram cruzados por portugueses e espanhóis em busca de fortuna? As maravilhosas aventuras destas duas personagens reflectem uma época em que a literatura era maior do que a vida e quando, ironicamente, era possível que o mais abjecto ou solitário dos homens aspirasse a ser rei de uma ilha ou senhor da sua casa, contrariando os poderes egrégios e oficiais. É o que acontece nestas histórias contadas, respectivamente, por alguém que quis permanecer anónimo, em Lazarillo de Tormes, e por Daniel Defoe, em Robinson Crusoe. Estes dois volumes surgem agora, republicados em simultâneo e reivindicam o seu lugar de destaque, na sua qualidade de “clássicos”.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.



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