Na Bienal de Veneza, a poesia inacabada — e estrangulada pelo mundo
“Respire fundo. Expire. Relaxe os ombros. Feche os olhos”, lê-se no arranque do texto de apresentação de In Minor Keys (Em Tons Menores), a Exposição Internacional da Bienal de Arte de Veneza. Parece que Koyo Kouoh, curadora-geral da 61.ª edição do mais importante acontecimento do calendário internacional da arte contemporânea, anteviu, antes de morrer de cancro em Maio de 2025 aos 57 anos, o sobressalto emocional em que se encontraria uma boa parte dos espectadores que marcou presença na pré-inauguração do evento, entre os dias 6 e 8 de Maio.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.



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