Didier Awadi: “A inteligência artificial é a covid da música. Não vamos escapar-lhe”
O nome Studio Sankara pode não fazer soar muitas campainhas na Europa, mas uma parte da história da música africana contemporânea passa por este entreposto audiovisual fundado em 2003 em Dacar, no Senegal, por Didier Awadi. Hoje com 56 anos, o músico, produtor, empresário e activista pan-africanista que foi um dos pais fundadores do hip-hop no continente e se tornou um temível acelerador de múltiplos movimentos de contestação dentro e fora do seu país debate-se com as cataclísmicas transformações que a inteligência artificial (IA) está a provocar na indústria musical.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.



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