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Vítima de tiroteio perto da Casa Branca em estado grave (mas estável)

Vítima de tiroteio perto da Casa Branca em estado grave (mas estável)

Vítima de tiroteio perto da Casa Branca em estado grave (mas estável)


A vítima que foi baleada na tarde de sábado, perto da Casa Branca, depois de um homem ter aberto fogo, está em estado grave, mas “estável”. 

A vítima, que ainda não foi identificada, não corre risco de vida, adiantaram os Serviços Secretos, citados pela imprensa internacional. 
A zona do ferimento também não foi divulgada. 
Recorde-se que um homem abriu fogo contra agentes num posto de segurança perto da Casa Branca e “os agentes dos Serviços Secretos responderam, atingindo o suspeito, que foi levado para um hospital local, onde morreu posteriormente”.
Uma pessoa que ia a passar no local também ficou ferida na troca de tiros, indicou o serviço de segurança presidencial em comunicado, sem fornecer informações sobre o estado de saúde da vítima.
Entre 15 e 30 balas foram disparadas numa esquina a um quarteirão do edifício que serve de residência do presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump.
Quem era o atirador?
Chamava-se Nasire Best e tinha 21 anos. O jovem que abriu fogo várias vezes no sábado à noite perto da Casa Branca, em Washington, antes de ser morto, já era conhecido das autoridades e foi detido pelo menos duas vezes no ano passado.
O homem de Maryland, perto de Washington DC, tinha um historial de problemas de saúde mental e já era conhecido dos Serviços Secretos por ter rondado a Casa Branca em diversas ocasiões, refere a imprensa. Aliás, era conhecido por “andar pelo complexo da Casa Branca a perguntar como obter acesso a vários pontos de entrada”.
Tiroteio no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca foi há cerca de um mês
O incidente aconteceu cerca de um mês depois do Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, no qual um homem de 31 anos procurou entrar armado no salão do hotel onde decorria a ocasião, que contava com a presença de Trump e da primeira dama, Melania Trump, de vários membros do governo, do presidente da Câmara dos Representantes e de cerca de dois mil convidados.
Segundo a acusação da procuradoria, pelas 20h30 (hora local), Cole Allen contornou, a correr, o arco metálico de controlo de segurança, dirigiu-se para as escadas que davam acesso à sala do jantar e disparou uma arma. Agentes dos Serviços Secretos responderam com cinco disparos e o homem, sem ter sido atingido, caiu no chão, onde foi dominado. O incidente não causou vítimas, se bem que os disparos tenham provocado a retirada de Trump.
O acusado deixou várias mensagens eletrónicas antes do ataque, nas quais detalhava que o seu objetivo era Trump, a quem chamou “pedófilo, violador e traidor”. Nos emails que deixou agendados, também pedia desculpa aos familiares, explicava os motivos da invasão, reconhecia estar disposto a matar membros do governo e considerava que os restantes convidados podiam ser um “dano colateral aceitável”.
Segundo documentos judiciais, Allen planeou o ataque durante semanas e viajou de comboio desde a Califórnia, para evitar os controlos de segurança dos aeroportos.
Além disso, reservou duas noites no hotel onde se realizava o jantar, para poder entrar nas instalações como hóspede, já que era a única forma de aceder ao local na ocasião.
Allen, que se declarou inocente das acusações, deverá regressar a tribunal no dia 29 de junho.

Homem “retirou uma arma da sua mala e abriu fogo” junto ao perímetro de segurança da Casa Branca. Os agentes dos Serviços Secretos responderam e atingiram o suspeito, de 21 anos, que acabou por morrer no hospital. Durante o tiroteio, um pedestre foi também atingido por disparos.
 Notícias ao Minuto com Lusa | 08:16 – 24/05/2026

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