O cinema de Marta Mateus olhou para os esquecidos de Estremoz — e foi uma “alegria”

O cinema de Marta Mateus olhou para os esquecidos de Estremoz — e foi uma “alegria”

O cinema de Marta Mateus olhou para os esquecidos de Estremoz — e foi uma “alegria”

“Começou tudo pelo touro.” Marta Mateus tinha acabado a sua curta-metragem de estreia, Farpões, Baldios (2017), uma evocação dos trabalhadores rurais do Alentejo e das suas lutas reivindicativas por direitos laborais. A ideia para um segundo filme que continuasse a explorar a mesma região (Estremoz e arredores) e as mesmas comunidades apareceu assim, como uma imagem que não a largava: “Comecei a ter visões de um touro à solta, que obrigava as pessoas a subirem às árvores para estarem em segurança.” Nada de especialmente fantástico, é, ou era, uma ocorrência comum em terras alentejanas, touros desembestados que obrigam as pessoas a procurar abrigo, e alguns dos actores de Fogo do Vento, o novo filme de Marta, têm memória de isso lhes ter acontecido.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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