É longa a história da prostituição nas nossas sociedades, porventura até mais longa do que a da política enquanto arena milenar de manifestação de relações de poder. Vista como um mal necessário, a prostituição corresponde historicamente à cristalização de um discurso degradante sobre o lugar da mulher: seres corrompidos, que se vendem, arrastando consigo falhas morais e trazendo a vergonha para o seio das suas famílias.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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