Sonny Rollins (1930-2026): colosso do improviso, saxofonista livre
Não parece existir outra palavra no dicionário dos elogios para descrever o saxofonista norte-americano Sonny Rollins: “colosso”. Há quem varie e o classifique como “gigante” ou “pioneiro”, mas o mundo parece votado a lamentar a morte de um “colosso”, um dos últimos músicos remanescentes dos grandes da era de ouro do jazz do pós-guerra, um improvisador magistral, um homem que tanto a solo quanto com Miles Davis, Thelonious Monk, John Coltrane ou os Rolling Stones, foi genial, um inventor melódico e, no fundo, um dos maiores saxofonistas de jazz de sempre. O saxofonista morreu em casa, em Woodstock. Tinha 95 anos.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.



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