Imperdoável
Não o ter feito seria condenável, tê-lo feito como fez é imperdoável. Havendo várias maneiras de se referir à morte de Carlos Brito, pronunciar-se sobre ela a pedido da comunicação social constitui uma manifestação de intolerância e revanchismo que não se esperava de um partido que se proclama comunista. É que a forma como o fizeram – no caso, a forma é também a substância – significa que foi deliberada, tendo como objectivo apagar o nome de Carlos Brito da história centenária do PCP, para a qual este comunista contribuiu durante mais de 50 anos, ou seja, metade da sua existência.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.



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