Ouro Preto e Congonhas, duas cidades e uma “barrocada”

Ouro Preto e Congonhas, duas cidades e uma “barrocada”

Ouro Preto e Congonhas, duas cidades e uma “barrocada”

Vamos começar por Ouro Preto e seguir para Congonhas. A distância é curta. É Verão e chove. Ouro Preto vive uma modorra miudinha, cinzenta como o céu que lacrimeja, ou como as pedras da calçada (“pé de moleque”) que luzem da chuva que tombou. A praça Tiradentes, no centro da antiga capital do Estado de Minas Gerais, no Brasil, é o planalto de onde descendem todas as ruas. A descoberta do chamado ouro preto, assim apelidado devido a uma cobertura de óxido de ferro, explica as ladeiras íngremes, todas as igrejas históricas e toda a cidade colonial que compõem o que a UNESCO classificou como Património Cultural da Humanidade na década de 1980 (a primeira a receber aquele título no país).Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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