Em defesa do serviço militar obrigatório

Em defesa do serviço militar obrigatório

Em defesa do serviço militar obrigatório

Não é popular defender o serviço militar obrigatório, mas o caminho que as democracias europeias estão a ter de trilhar devia fazer-nos pensar um pouco mais sobre essa questão. Há hoje uma guerra aberta no coração da Europa, resultado de uma invasão de um país soberano pela Federação Russa, sem nenhum pretexto efectivamente aceitável de ameaça a essa Federação, e com o objectivo de “mudar um regime”, mas, acima de tudo, de conquista territorial. O primeiro objectivo ficou pelo caminho, o segundo é o que torna impossível uma paz justa porque o objectivo da conquista territorial é a “linha vermelha” dos russos. Isto passa-se num continente que, embora tenha conseguido algumas décadas de paz absolutamente excepcionais, é e sempre foi um continente de guerra. É lá que estamos e é lá que todas as ameaças aos outros são também contra nós.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

Publicar comentário