
“Vamos atualizar em 23% os 520 postos de emergência médica, que são quem nos garante não só a diferenciação no socorro, mas também a tal capilaridade e coesão territorial que só os bombeiros conseguem garantir”, afirmou a ministra, acrescentando que o valor passa de “8.760 euros para 10.800 euros”.
A governante falava à margem da cerimónia do Dia Nacional dos Bombeiros, em Paredes, no distrito do Porto, em que também participou o ministro da Administração Interna (MAI), Luís Neves.
“Se me perguntam se é suficiente, eu diria que é aquilo que este ano conseguimos, mas não vamos desistir com o financiamento disponível para o INEM [Instituto Nacional de Emergência Médica], não vamos desistir porque é uma prioridade para nós chegarmos ao fim da legislatura o mais longe que pudermos”, disse Ana Paula Martins.
Salientando que os “bombeiros sempre estiveram disponíveis para ter contratos cada vez com mais rigor”, a ministra assegurou ainda que, “tal como eles não abandonam o país e as populações […], o Governo também tem os bombeiros nas prioridades”.
O INEM paga aos bombeiros e à Cruz Vermelha Portuguesa um subsídio mensal fixo por cada ambulância de socorro, integrada no Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM), ao qual é acrescido uma taxa variável consoante os quilómetros efetuados nos serviços.
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