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Kai Havertz aquece a final da Champions: "Vamos derrotar o PSG"

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A Puskás Árena, estádio situado na capital húngara de Budapeste, vai ser palco, no sábado, a partir das 17h00 (hora de Portugal Continental), da tão aguardada final da Liga dos Campeões, que irá colocar, frente a frente, o Paris Saint-Germain e o Arsenal, duas equipas onde reina a máxima confiança.

Os franceses ostentam o título de campeões europeus, e, há pouco mais de duas semanas, revalidou a conquista da Ligue 1. Os ingleses, por seu lado, colocaram um ponto final num ‘jejum’ que durava há já 22 anos, na Premier League, algo que, na opinião de Kai Havertz, lhes dá motivos mais do que suficientes para sonharem com a prova milionária.
“O PSG venceu, no ano passado, por isso, foram, provavelmente, a melhor equipa da Europa, no ano passado. Tiveram uma temporada inacreditável, outra vez. Quanto a nós, é a segunda vez que o clube alcança a final, mas temos muita confiança”, começou por afirmar, em declarações prestadas ao portal norte-americano The Athletic.
“Temos vindo a lutar ao mais alto nível há já um par de anos, e, finalmente, conquistámos a Premier League. Eu penso que isso também nos dá uma grande injeção de moral. Não interessa se és o ‘underdog’ ou o que for. Nós vamos entrar em campo e vamos derrotá-los. Por isso, avancemos com isso”, acrescentou.
“A final da Taça da Liga que perdemos contra o Manchester City foi determinante”
Nesta mesma entrevista, Kai Havertz apontou a derrota sofrida pelo ‘seu’ Arsenal, na final da Taça da Liga, disputada no Wembley Stadium, a 22 de março, ante o Manchester City, por 0-2 (Nico O’Reilly marcou ambos os golos, aos 60 e aos 64 minutos), como um dos principais ‘segredos’ para o sucesso do Arsenal.
“A final da Taça da Liga que perdemos contra o Manchester City foi determinante. Foi um momento no qual sentimos que poderíamos ter jogado muito melhor e que havia ainda muito por dar, nesta equipa. Toda a gente precisou de levantar os ânimos. Houve a pausa internacional, depois, e dissemos a nós mesmos que tínhamos de voltar mais fortes”, revelou.
“A partir desse momento, as coisas mudaram um pouco, e tivemos mais sucesso. Para mim, aquele foi um grande momento. Ficas sempre frustrado, quando perdes finais, por isso, o facto de nos termos reerguido e conquistado o campeonato desta maneira é ótimo”, completou o internacional alemão.
 
A terminar, Kai Havertz ‘levantou o véu’ sobre a maneira como procurou lidar com as lesões que o impediram de assumir outra preponderância na época do Arsenal: “A sensação é fantástica. Ainda noutro dia pensei nisso, porque eu estava numa má situação, quando estava lesionado, especialmente, porque tinha vindo de uma grande lesão”.
“Fui submetido a duas operações e fiquei imobilizado durante semanas. Limitas-te a ficar dentro de um edifício, não podes sair, não podes andar, não podes fazer nada. Para mim, as coisas mudaram quando entrei em campo pela primeira vez. Depois, sentes a relva novamente, podes voltar a calçar as chuteiras…”, refletiu.
“Esse é sempre o grande momento, quando estás a recuperar. Todos os jogadores e a equipa técnica ajudaram-me a acreditar em mim mesmo e a voltar ao meu melhor. A partir de janeiro, toda a gente me disse quanto futebol havia por jogar. Também foi aí que o meu embalo mudou. As lesões são sempre más, mas estou feliz por estar de volta”, concluiu.
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