Villas-Boas: “Varandas dá-me muito trabalho, não confio nele e ele não confia em mim. Rui Costa é um senhor”

Villas-Boas: “Varandas dá-me muito trabalho, não confio nele e ele não confia em mim. Rui Costa é um senhor”

Villas-Boas: “Varandas dá-me muito trabalho, não confio nele e ele não confia em mim. Rui Costa é um senhor”

André Villas-Boas reconheceu, nesta quinta-feira, que a relação com Frederico Varandas é marcada pela animosidade e falta de confiança. Na qualidade de convidado da Conferência Bola Branca, o presidente dos “dragões” foi questionado sobre o relacionamento com os homólogos dos rivais, admitindo que as relações com o presidente do Sporting são mais crispadas.”O Frederico Varandas dá-me muito trabalho. Temos uma animosidade muito particular entre um e outro. Não gostamos um do outro, eu não confio nele, ele não confia em mim e a verdade é essa. O Rui Costa é um senhor do futebol, é um dos melhores talentos e jogadores portugueses de sempre, uma pessoa digna, humana, que lidera o Benfica, o nosso maior rival, um rival histórico do FC Porto” afirmou André Villas-Boas, citado pelo Jornal de Notícias.A época foi marcada por trocas de provocações entre ambos os dirigentes. Em Março, após a vitória do Sporting frente ao FC Porto na primeira mão das “meias” da Taça de Portugal, Frederico Varandas chamou “mentiroso” e “cobarde” a Villas-Boas. Esse foi o momento mais alto da picardia entre ambos os dirigentes, que continua mesmo após o final da época.Villas-Boas foi ainda convidado a falar sobre Francesco Farioli. O italiano, campeão nacional pelos “dragões” na primeira época passada na Invicta, é um nome cobiçado por gigantes do futebol mundial. O presidente portista diz, porém, não ter medo de uma saída do técnico, acreditando que o projecto será mais do que suficiente para “prender” o técnico italiano.”Os projectos de outros grandes clubes são cada vez mais instáveis e o Farioli acho que se sentiu em casa, agarrado a um projecto, agarrado a uma visão. O que o Farioli encontrou no FC Porto foi a estabilidade, a comunicação franca e directa, uma estrutura que o suporta diariamente, a direcção desportiva, o presidente, todas as pessoas que trabalham na sombra para fazer funcionar a máquina FC Porto e acho que essa estabilidade é muito difícil de encontrar”, reiterou Villas-Boas.Quanto ao mercado, o presidente portista não abriu o livro, dizendo apenas que não tem tido abordagens pelos jogadores actualmente ao serviço dos “azuis e brancos”.

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