Avaliação das casas fixa novo máximo em Abril e pedidos de crédito aumentam

Avaliação das casas fixa novo máximo em Abril e pedidos de crédito aumentam

Avaliação das casas fixa novo máximo em Abril e pedidos de crédito aumentam

Valor atribuído às habitações continua a subir. O valor mediano de avaliação bancária na habitação atingiu em Abril um novo máximo histórico, ao fixar-se em 2174 euros por metro quadrado, mais 23 euros do que no mês anterior (1,1%) e 16,5% acima do mesmo mês de 2025, divulgou esta quarta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE).A subida da avaliação das casas, que é feita no âmbito de pedidos de crédito para a sua aquisição, é também acompanhada de um crescimento no número de avaliações. Ao todo, foram realizadas 34.483 avaliações (21.518 apartamentos e 12.965 moradias), o que representa uma subida de 5%, ou mais 1644 avaliações face ao mês anterior. Contudo, esse número traduz uma descida de 3,6% em termos homólogos.O mercado residencial continua a evidenciar forte dinamismo, em termos de preços e de pedidos de crédito, numa altura em que as taxas de juros, variáveis (Euribor) ou fixas (a componente inicial das taxas mistas) estão a subir. Uma situação que preocupa o supervisor bancário, que se prepara para alterar um ou mais critérios na concessão de novos empréstimos.De acordo com o dados do INE, a Região Autónoma dos Açores apresentou o aumento mais expressivo face ao mês anterior (4,1%), não se tendo registado qualquer descida. Já na comparação homóloga, a maior subida foi registada na Península de Setúbal (24,0%), não se tendo observado qualquer redução.Por segmentos, o valor mediano de avaliação bancária de apartamentos fixou-se em Abril em 2546 euros por metro quadrado, superior em 21% face ao mesmo mês de 2025.E os valores mais elevados foram observados na Grande Lisboa (3352 euros) e no Algarve (2910 euros), tendo o Alentejo e o Centro apresentado os valores mais baixos (1490 euros e 1657 euros, respectivamente). O Oeste e Vale do Tejo apresentaram o crescimento homólogo mais expressivo (26,2%), não se tendo verificado qualquer descida.Nas moradias, o valor mediano ascendeu a 1561 euros o metro quadrado, o que representa um acréscimo de 12,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Os valores mais elevados observaram-se na Grande Lisboa (2843 euros) e no Algarve (2667 euros), registando o Centro e o Alentejo os valores mais baixos (1147 euros e 1279 euros, respectivamente).A Região Autónoma dos Açores apresentou o crescimento homólogo mais elevado (23,0%), não se tendo registado qualquer descida.

Publicar comentário