Europa quer ir ao espaço sem os Estados Unidos: “Precisamos de agir rapidamente”
A Europa não quer ficar a ver foguetões descolar e ser apenas mera “passageira”. Josef Aschbacher, director-geral da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), desafiou recentemente os países que financiam a organização – onde se inclui Portugal – a assumir um compromisso pela independência europeia. Ou seja, pela capacidade de exploração espacial e envio de humanos para fora da Terra sem se sujeitar às prioridades dos Estados Unidos – a Europa quer ser comandante em vez de passageira. A ESA adopta agora um tom mais assertivo após o cancelamento inesperado da estação lunar Gateway (um dos principais contributos europeus para o programa lunar norte-americano) e antes de reuniões decisivas para a política espacial europeia nos próximos meses.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.



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