Amadora prevê investir 120 milhões até 2035 para concretizar Carta Educativa

Amadora prevê investir 120 milhões até 2035 para concretizar Carta Educativa

Amadora prevê investir 120 milhões até 2035 para concretizar Carta Educativa

A Câmara Municipal da Amadora prevê investir cerca de 120 milhões de euros até 2035 na concretização da Carta Educativa, que contempla a modernização, a ampliação e a reorganização da rede escolar do concelho, afirmou à agência Lusa o vereador da Educação.A proposta de revisão da Carta Educativa do concelho, no distrito de Lisboa, foi já aprovada em reunião do executivo, liderado pelo socialista Vítor Ferreira, e seguirá agora para apreciação e votação final pela Assembleia Municipal.Em declarações à agência Lusa, o vereador com o pelouro da Educação na Amadora, Ricardo Faria, adiantou que o novo documento prevê um investimento global de 120 milhões de euros, contemplando a criação de 27 novas salas de jardim-de-infância e 30 de primeiro ciclo, bem como a ampliação de três estabelecimentos de ensino e a requalificação do parque escolar existente.”Foi um processo que envolveu a auscultação de directores de agrupamentos, associações de pais e comunidade educativa, com cerca de 2200 contributos recolhidos através de entrevistas e questionários”, sublinhou o autarca, acrescentando que o projecto “já recebeu parecer favorável do Ministério da Educação”. Segundo Ricardo Faria, a Carta Educativa do município da Amadora “é um documento estratégico”, que visa “adaptar a rede escolar às dinâmicas demográficas e urbanísticas do concelho”, incluindo medidas de requalificação, modernização e adaptação dos equipamentos às necessidades actuais e futuras.A nova Carta Educativa, que tem um horizonte temporal até 2035, vai integrar também investimentos na eficiência energética dos edifícios, reforço da educação pré-escolar e do ensino profissional, bem como medidas de inclusão de alunos com necessidades educativas especiais. “Estamos a falar de um investimento que não é apenas em infra-estruturas, mas na qualificação do sistema educativo e na resposta às necessidades futuras da população escolar”, sintetizou o autarca.

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