Já foi ao arquivo de José Mário Branco? Não? Então vá
Lembram-se destas palavras? “No fundo deste mar encontrareis tesouros recuperados, de mim que estou a chegar do lado de lá para ir convosco, tesouros infindáveis que vos trago de longe e que são vossos, o meu canto e a palavra. O meu sonho é a luz que vem do fim do mundo, dos vossos antepassados que ainda não nasceram. A minha arte é estar aqui, convosco, e ser-vos alimento e companhia, na viagem para estar aqui, de vez.” Disse-as José Mário Branco já quase no final dessa arrepiante catarse que conhecemos por FMI.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue – nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.



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